João, aquele bicho do mato, sempre achou que eu vivia meio errado.
São os dias que escapam de mim, o meu quarto cheio de pó, o porta-retratos que sorri, me afoguei com sede de sol, a promessa que eu nunca vivi, sozinha, com frio e tão só, as lembranças que guardo de ti, [falta um verso nessa bosta].